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terça-feira, 20 de abril de 2010

FINALMENTE

Há dias encurralado no espaço de um aeroporto de uma cidade de pouca importância, sem possibilidade de fuga, sem comboios, sem carros de aluguer, com os hotéis da zona sobrelotados, eis que, finalmente surge, no écran das partidas, o tão desejado anúncio da hora de saída. 
Mais uma fila quase interminável para o check in, pois não era possível fazê-lo de forma electrónica, e ei-lo, finalmente,  com o desejado e ansiado cartão de embarque na mão.
Agora, as três horas que ainda faltam para a partida já quase parecem minutos. O arrumar definitivo da bagagem de mão, a compra do último jornal, para um actualizar de notícias, e a ida, finalmente, para a porta de embarque.
Finalmente o anúncio da partida. Ordeiramente as pessoas a respeitarem as instruções e o avião a encher-se. E a partida definitiva!
Três horas e quarenta e cinco minutos depois a chegada, com bom tempo, sem nuvens ameaçadoras, sem cinzas, com um sol avermelhado de fim do dia.
Finalmente em casa. 
Sabe bem chegar a casa. Finalmente!

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