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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SWISS CARD

Quem não conhece os canivetes suíços, aqueles da Victorinox, vermelhos, com os mais variados acessórios-utensílios, desde as folhas de canivete, uma, duas ou três de diferentes tamanhos, à tesoura, à pinça, ao mini serrote, à lima, ao alicate, à lupa, às chaves de parafusos, ao abre-latas e a uma infinidade de outros acessórios que o tornam único?

Os mais recentes, entraram no mundo da electrónica e da informática e vêm equipados com relógios de quartzo, com "leds" e com "pens" de memória. E, para os que facilmente se perdem, também os há com bússola. Qualquer dia ainda aparecem com GPS.

Há os pequenos e estreitos, com o essencial de um canivete, até aos enormes e pesados que têm tudo, há os que são vocacionados para utilizações específicas, como os de golfe, os de reparação de relógios, ou então, generalistas de todo, que têm de tudo um pouco.

Nem sempre é cómodo, pelo volume e pelo peso, andar com um canivete suíço no bolso. Por isso, há uns anos atrás, a Victorinox apareceu com outra espécie de ovo de Colombo, o Swisscard.



Tem o tamanho de um cartão de crédito, com uma espessura ligeiramente superior e, no seu miolo, tem uma apreciável quantidade de utensílios: uma mini faca bem afiada que serve para cortar papel, descascar fruta, aparar lápis, etc., uma pinça quase de precisão, uma esferográfica que escreve em qualquer posição, um alfinete, uma tesoura, quatro tipos de chaves de parafusos, uma lupa, uma lanterna "led" e uma mini régua graduada em cm e polegadas...  e há uma versão que até tem um palito. É possível? É, sem dúvida, e não tem mais acessórios porque não há lugar para mais.

Acho que o Sócrates, se não fosse tão vaidoso, tão convencido de si, tão comprometido com o grande capital, tão dependente da maçonaria, tão mentiroso, tão megalómano, se fosse um verdadeiro socialista (no sentido literal do termo), se fosse um político às sérias, honesto, defensor de princípios e da ética, teria, com um destes cartões, à boa maneira do MacGyver, arranjado há já bastante tempo um modo de não castigar tanto o povo, aquele que, ao engano, foi votando nele e na sua política de mentira, arrogância e de desprezo...

Mas inteligência, sabedoria, cultura política, ética e honestidade não é coisa para todos... não é Zé?

1 comentário:

Anónimo disse...

NOOOOSSSA.... RS..