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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

VACINAS

Chegaram as vacinas contra a gripe. Já estão à venda e já começou o corrupio das receitas, das idas à farmácia para reservar, das injecções e do ficar tranquilo porque já se apanhou a vacina.

É assim todos os anos, nesta altura.

Os mais idosos e os doentes crónicos habituaram-se a fazer a prevenção das suas infecções respiratórias. E com sucesso!

É tão simples: um custo quase irrisório, uma picada que não se dá por ela, um braço avermelhado e levemente inchado um ou dois dias e mais nada. 

Fica-se livre da gripe, livre de transmitir a doença aos outros, livre das consequências e complicações da gripe, livre dos antibióticos, livre do ter de ir para a cama, ou ter de ficar internado e livre de morrer, porque a gripe também mata!

Era bom que houvesse uma vacina, assim, tão inócua e eficaz como a da gripe para nos libertar dos parasitas, dos abusadores, dos demagogos, dos vigaristas, dos oportunistas, dos maus governantes, dos maus políticos...

Dava-se a injecção e iam desaparecendo, iam ficando inócuos, iam perdendo a maldade...

Será que as doses de vacina chegavam para todos?


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