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quarta-feira, 5 de maio de 2010

A BANDA DESENHADA

Bruxelas é famosa, principalmente, por três coisas: os chocolates, a cerveja e a banda desenhada. Claro que se poderiam acrescentar mais duas ou três outras, entre elas os mexilhões (as célebres "moules"), os antiquários e a arte nova (com o arquitecto Victor Horta a pontificar). 

Mas, o que não há dúvida é que a Bélgica é o país da banda desenhada e Bruxelas assume, mesmo, a paternidade.

E este ano, quase lectivo de 2009-2010, esta cidade foi considerada a capital mundial da 9.ª arte.

Bruxelas foi um centro de encontro e de crescimento de muito desenhadores famosos: Hergé (Tintin), Franquin (Gaston Lagaffe), Peyo (Os Smurfs) e Urdezzo e Goscciny (Astérix).

Desde há uns anos para cá que as autoridades municipais de Bruxelas decidiram acrescentar o nome de um herói da banda desenhada ao nome de cada rua da cidade e, assim, cada rua tem duas placas toponímicas, a clássica e a do herói da banda desenhada.
Agora que este festival está mesmo a chegar ao fim, não quero deixar de prestar a minha homenagem aos homens e às figuras que eles criaram e que fizeram, e ainda fazem, as delícias do meu entretenimento.
  
Obrigado ao Tintin e Spirou, ao Lucky Luke e aos Smurfs, ao Astérix e a tantos outros heróis de papel, que demonstraram mais determinação e coragem que muitos, ditos heróis, de carne e osso.

Não quero deixar de referir um "herói" português da banda desenhada, da série do Tintin, o Oliveira de Figueira, o vendedor de banha da cobra, capaz de convencer um esquimó a comprar-lhe cubos de  gelo, ou vender areia um tuareg do Sahara e que conseguiu impingir tudo o que tinha à venda ao pobre do Tintim.

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