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sábado, 10 de julho de 2010

O FRED

Acordei com um ladrar forte, mesmo debaixo da janela, persistente, batendo com a pata no vidro. Levantei-me, abri a janela e ele quase saltou para dentro do quarto a puxar-me o braço, com ladrar ansioso. Vesti rápido umas calças, calcei as velas, a camisa de ontem que estava ali em cima da cadeira e saio pela garagem.
A Ginja no canil, dentro da casa, escura, latia baixinho, ao mesmo tempo que parecia escutar uns guinchos fracos...
Seis cachorros, malhados, dois brancos com malhas pretas. Ainda não sei quantos são eles e elas. A mãe deitada, esvaída, sangrada, a pedir ajuda. Água, bebeu tudo e repetiu. Telefonema para o Pedro, que vinha já aí...
Lindos, encantadores, com ar saudável, todos. 
O Fred atento, curioso. Acho que nos tempos mais próximos não vai entrar no canil. Por precaução.
Vou ter que lhes arranjar nomes, colocar uma coleira ou etiqueta com os nomes. E comprar ração especial para a Ginja.
A mãe bem, os cachorros saudáveis, sem defeitos, com força na mamada. 
Agora é deixá-los crescer, mimá-los e arranjar quem queira  ficar com alguns cachorros. Acho que vou guardar um ou dois.
Tão lindos!
Mas até lá, vou gozá-los, aproveitá-los enquanto bebés, deixá-los crescer um pouco...
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2 comentários:

Anónimo disse...

Os filhotes são irresistíveis!

Viviane Costa disse...

Ah, me dá um, POR FAVORRRRRR! EU QUERO, EU QUERO, EU QUERO! Coisinhas mais lindas de meu Deus! Rs. :)