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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A NESGA DE SOL

Não há dúvida que estes últimos dias têm sido de chuva persistente e intensa, de trovoadas barulhentas e muito próximas, de vento forte e perturbador.

E hoje, o dia, não tem sido excepção à regra: noite de inverno, manhã quase de inferno por causa do trânsito, das ruas alagadas, dos túneis fechados, dos sinais de trânsito avariados... e sempre a chover aquela chuva vertical, de gordas gotas de água fria, bem a prumo, que não só molham como ensopam a roupa da gente.

Mas o sol, sempre presente e persistente, às vezes, consegue descobrir um caminho por entre os Cumulonimbus e Nimbostratus, e atravessar aquelas massas escuras e densas de nuvens para dar um pouco de cor e de mais calor ao dia cinzento. 

E soube mesmo a bom, depois do almoço rápido, aquele passeio a pé nos dez minutos de tolerância que as nuvens deram ao sol, abrindo-lhe, apenas, uma fenda longa e estreita... mas bastante para pôr o dia a sorrir e a brilhar!  


3 comentários:

Carlota Pires Dacosta disse...

Por aqui o dia também esteve assim. Ora a chuva caía ininterruptamente, com pingas grossas, ora o sol "rompia" por entre nuvens negras. Por momentos elas afastavam-se, e o azul do céu brilhava-nos com a sua cor luminosa, mas as matreias lá voltavam de novo e inundavam tudo à sua passagem.
Acho que o dia de s. Martinho chegou atrasado.
Beijo

Anónimo disse...

Cada vez é mais importante darmos valor aos breves raios de sol da nossa existência. São tão raros...

Beijinhos
Berta

MJ FALCÃO disse...

De vez em quando venho dar uma olhadela e descubro sempre coisas de que gosto muito.
É a sua sensibilidade, Raul.
Obrigada pela mensagem que deixou no meu post...
Grande abraço amigo
o falcão