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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

APETITES DE CHUVA

Há momentos em que apetece que chova.

Que venha aquela água toda lavar a sujeira das ruas, o pó dos carros estacionados juntos ao passeio, levar as folhas das árvores amarelecidas pelo outono adiantado...

Mas nem sempre precisa que venha forte, também sabe bem senti-la a cair fria na cara, vê-la escorregar como fios de cristal na janela grande do escritório, a assinar a terra seca com os seus pingos grossos e molhados...

Gosto da chuva que dá vida, daquela água que vem do céu, que começa ou acaba um ciclo, que pinga das nuvens e corre para os rios e para o mar, que molha a terra, enche os nascentes, jorra nas fontes, corre em carreirinhos pelos regos da horta...

A chuva devia ser sempre assim: molhada, benéfica, fria e em quantidades necessárias. Bastava assim!



1 comentário:

Anónimo disse...

Hummm que bom a chuva!
Beijos
Berta