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segunda-feira, 29 de abril de 2013

ABSTRACTO




Desta vez, o meu céu, aquele que se desenha e pinta cada dia de forma diferente na tela da minha janela, resolveu mudar a forma de se pintar: alterou o estilo, abandonou-se daquele classicismo das nuvens em desenhos imaginados, do sol a esconder-se por detrás delas, da ave no vôo em contra-luz e, mesmo, dos ramos das árvores mais próximas a fazerem de sombras chinesas nas margens da fotografia...

Desta vez, o meu céu, deixou de ser concreto e... tornou-se abstracto!


(DO AUTOR - O CÉU A TORNAR-SE ABSTRACTO)



3 comentários:

Anónimo disse...

Há dias assim, em que ao observarmos o horizonte, constatamos formas diferentes, por vezes abstractas, mas que interpretamos cada um de sua maneira... Também a natureza pode transfigurar-se, já que ela se manifesta muitas vezes como arte...
Luísa Romão

Maria João Falcão Lopes Cardoso disse...

Acontece e é ainda mais bonito! Boa noite!

Anónimo disse...

Gosto muito mais do céu abstracto. Não gosto do céu muito azul ou, por outra, da cor que provoca. Por isso é que gosto mais das tonalidades dos países do norte.
Ivone Oliveira