segunda-feira, 19 de agosto de 2013

ARRIFANA


Mais um dia, mais uma faina, mais trabalho e mais peixe.

Todos os dias, todo o ano, sempre que o mar deixa... E hoje, mais uma vez, o mar deixou!

E o sol na despedida do dia que já partia, tratou de doirar o céu e as águas do rio-quase-mar, prenunciando um encher das redes que hão-de trazer o ouro da vida daqueles pescadores... 


(DO AUTOR - NA DESPEDIA DO DIA QUE JÁ PARTIA...)


domingo, 18 de agosto de 2013

DAS UTOPIAS


"Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Mário Quintana - Das utopias


(DO AUTOR - O FIRMAMENTO DISTANTE)







sábado, 17 de agosto de 2013

MORTES ESTÚPIDAS





Ourique chama as atenções! Não por coisa boa, mas por coisa má. Melhor (ou será pior?), por coisas más!

Em dois dias seguidos, na mesma estrada, quase no mesmo local dois acidentes com automóveis, dois choques de frente (colisões frontais é mais tecnicamente correcto). No primeiro dia, morreram dois dos acidentados, no segundo dia, hoje sábado, dos oito intervenientes, morreram sete. Assim, de uma penada. Num dos carros, o vermelho, iam cinco jovens, três moças e dois rapazes, todos na casa dos vinte anos. Vinham de férias e iam ter com as suas famílias. Uma ultrapassagem mal calculada, excesso de confiança, ou sei lá o quê, a verdade é que não ficou nenhum vivo para contar...

Dói de saber, dói de ouvir contar, dói de ver...

aos pais daqueles jovens dói também, muito, imenso! 

Fico espantado como é que em dois dias se dão 700 acidentes neste pequeno país quase à beira-mar plantado... Algo corre mal nas nossas estradas... Não sei de quem é a culpa... Mas não será também, em grande parte, de nós todos, os que conduzimos? Não será porque não fazemos o pisca quando mudamos de direcção ou de faixa, porque insistimos em circular pela faixa do meio quando a da direita vai sem ninguém, porque ultrapassamos largamente os limites de velocidade recomendados, porque julgamos que a estrada é só nossa e os outros que se acautelem, porque nos fazemos à estrada cheios de stress, com álcool, com sono, com os pneus em mau estado, com o carro mal acondicionado, porque não suportamos ver um carro à nossa frente e ultrapassamos sem as devidas precauções, porque julgamos que o nosso utilitário é um carro de alta performance, porque fazemos da estrada uma pista de corridas, porque ao volante pomos cá para fora todas as nossas frustrações, porque somos egoístas... ?

Que estas mortes estúpidas, ao menos, valham para alguma coisa, para que tomemos consciência do que estamos a fazer quando estamos com um volante nas mãos... E para isso, terá sido necessário terem morrido, assim, tão estupidamente, estes cinco jovens?  

(COM A DEVIDA VÉNIA - DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS)



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

TELHADOS


"Se tu me amas, ama-me baixinho.
Não o grites em cima dos telhados.
Deixa em paz os passarinhos.
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..."

Mário Quintana - Bilhete


(DO AUTOR - TELHADOS... EM GUILFORD - UK)







quinta-feira, 15 de agosto de 2013

TRILOGIA



O Tejo ali, diante, a Torre aqui, mesmo em frente, deste lado do rio e, lá longe, na margem de lá, o Cristo-Rei num abraço universal, saudando mais um dia de sol e de luz!

Uma trilogia de água, de pedra e de luz!






(DO AUTOR - O TEJO, A TORRE, O CRISTO TRILOGIA DE UMA CIDADE ÍMPAR)


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

MANHÃ CEDO


Manhã cedo e a cidade ainda dormia!

Àquela hora, o silêncio acontecia e apenas era interrompido pelo alegre chilrear da água fresca que caía daquele chafariz...

São assim os acordares da cidade neste tempo de verão!



(DO AUTOR - O ACORDAR DO DIA NOS SILÊNCIOS DO JARDIM DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA)





terça-feira, 13 de agosto de 2013

MAS A RIBEIRA SECOU...


"Na ribeira que secou
Bebia o gado que eu tinha;
Quando chegava a noitinha,
A voz das águas chamava,
E o rebanho que pastava
Deixava os tojos e vinha.

Eu próprio molhava as mágoas
Na pureza da nascente;
Metia as mãos docemente
Na limpidez da frescura,
E as carícias da corrente
Davam-me paz e ternura.

O gado, farto, bebia;
E eu deixava-me correr
Naquele suave prazer
Que me levava consigo...
Eu não tinha que fazer,
E o gado tinha pescigo.

A noite, então, vinha mansa
Cobrir a lã das ovelhas;
Era um telhado de telhas
Furadas ou embutidas
De luzes muito vermelhas
Por todo o céu repartidas.

E aquela viva irmandade
Do rebanho e do zagal
Era ali tão natural
Que apagava dos sentidos
A saudade do curral
Feita de sono e balidos.

Mas a ribeira secou.
Não sei que praga lhe deu
Que no leito onde correu
Há pedras e maldição...
E o meu rebanho morreu
de sede e de mansidão."

Miguel Torga -  Écloga (20 de Maio de 1943)


(DO AUTOR - A RIBEIRA DE NISA - O NASCENTE QUE AGORA SECOU)







segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A VIDA É BELA O MAIS É NADA


"Navegue, descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar, o lugar deles é lá.
Admire a lua, sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o sol, deixe-se acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda a parte, ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos, não pode molhar só o seu.
As lágrimas? Não as seque, elas precisam de correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso! Esse você deve segurar, não deixe ir embora, agarre-o!
Quem você ama? Guarde dentro de um porta jóias, tranque, perca a chave! Quem você ama é a maior jóia que você possui, a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milénio é outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, não se chega a parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.
Persiga um sonho, mas não deixe que ele viva sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure as suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.
Procure, procure sempre o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso para quem se esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procura os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alugue seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa de voltar, volte!
Se perceber que precisas de seguir, siga!
Se tudo estiver errado, comece novamente.
Se tudo estiver certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor não se perca!
Se o achar, segure-o!
Circunda-te de rosas, ama, bebe, e cala.
O mais é nada."

Fernando Pessoa - O Mais É Nada.






(DO AUTOR - A VIDA DEVE SER BELA, VISTA DO ALTO! EM CORUCHE)

domingo, 11 de agosto de 2013

SOL DE POUCA DURA


O dia foi muito quente, de novo! Temperaturas elevadas, próximas das do corpo humano, o ar seco a obrigar a beber muita água, para compensar as perdas, o sol intenso com níveis muito elevados de raios ultra-violetas, por todo o país... Até em Sintra!

Mas foi sol de pouca dura! De repente, quase inesperadamente, o sol tolda-se, o ar arrefece, o nevoeiro cerrado chega e traz gotículas de água fria que até sabem bem quando tocam a pele escaldante...

Só em Sintra, assim, este sol de pouca dura!


(DO AUTOR -  SINTRA ESTA TARDE EM DIA DE IMENSO CALOR)


sábado, 10 de agosto de 2013

ESFARELADAS?



De manhã ainda tinham viço, mas assim que o calor apertou, o vento seco as agitou e lhes roubou a pouca água que tinham, começaram as esfarelar-se, a perderem a substância, a tornarem-se múmias em flor!


(DO AUTOR - ESFARELADAS PELO CALOR)



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SABE BEM


Sabe bem sentar à sombra fresca das margens do açude e ficar, tranquilamente, a olhar o reflexo pacífico daquelas águas...





(DO AUTOR - ÁGUAS TRANQUILAS NUM AÇUDE À BEIRA TEJO)


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O FIM DO DIA


Voltou o calor de Verão, daquele mesmo quente, que abrasa, que seca a boca e torna o respirar mais difícil.
 
E prometem mais...
 
E só lá quase no fim do dia é que o sol se resolveu tapar com algumas nuvens perdidas no céu como que a esconder-se, envergonhado, pelo tanto calor que fez chegar cá abaixo!


(DO AUTOR -  O SOL, NA DESPEDIDA, A ESCONDER-SE ENVERGONHADO)


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

BEIJO



"Congresso de gaivotas neste céu
Como uma tampa azul cobrindo o Tejo.
Querela de aves, pios, escarcéu.
Ainda Palpitante voa um beijo.

Donde teria vindo! (Não é meu...)
De algum quarto perdido no desejo?
De algum jovem amor que recebeu
Mandado de captura ou de despejo?

É uma ave estranha: colorida,
Vai batendo como a própria vida,
Um coração vermelho pelo ar.

E é a força sem fim de duas bocas,
De duas bocas que se juntam, loucas!
De inveja as gaivotas a gritar..."

Alexandre O'Neill - O Beijo, in "No reino da Dinamarca"


(DO AUTOR - CONGRESSO DE GAIVOTAS NO TEJO)








terça-feira, 6 de agosto de 2013

UM AMIGO


"Um amigo... racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos. Empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão.

Duas dúzias de amigos, assim, ninguém tem. Se tiver um, ámen".

Martha Medeiros



(DO AUTOR - POR AÍ NO PORTUGAL PERDIDO)











segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AS NUVENS


Cada vez que vou para os lados de Sintra e me ponho a olhar o Castelo da Pena lembro-me dos Açores e da Ilha do Pico, com o seu Piquinho.

Não porque o Piquinho tenha lá um castelo ou um palácio no topo, e também não porque o Palácio tenha um pico, embora, na verdade, tenha uma torre que bem pode fazer de pico. A analogia tem, essencialmente, a ver com as nuvens que por lá passam, sem hora marcada, sem quase se anunciarem...

Num momento olha-se para o palácio e lá está ele, majestoso, resplandecente nas suas cores, com as suas janelas e torreões, a desenhar-se, num perfil nítido, no azul do céu... e, logo depois, misteriosamente, desaparece, fica tapado, escondendo-se atrás das nuvens e perdendo-se no nevoeiro branco...


(DO AUTOR - EM SINTRA, O PALÁCIO DA PENA ENVOLTO NAS NUVENS DO MISTÉRIO)
No Pico passa-se, exactamente o mesmo, como uma réplica, mas sem o palácio e o seu colorido, apenas com o seu Piquinho! Cinzento, da cor da lava vulcânica, a desenhar-se, inconfundível, no azul do céu... umas vezes a ver-se, outras a esconder-se...

Como em Sintra...    

(DO AUTOR - A ILHA DO PICO E O SEU PIQUINHO E AS NUVENS DO MISTÉRIO)
... ou será, como no Pico?






domingo, 4 de agosto de 2013

VOZES DO MAR


"Quando o sol vai caindo sobre as águas
Num nervoso delíquio d'oiro intenso,
Donde vem essa voz cheia de mágoas
Com que falas à terra, ó mar imenso?...

Tu falas de festins e cavalgadas
De cavaleiros errantes ao luar?
Falas de caravelas encantadas
Que dormem em teu seio a soluçar?

Tens cantos d'epopeias? Tens anseios
D'amarguras? Tu tens também receios,
Ó mar cheio de esperança e majestade?!

Donde vem essa voz, ó mar amigo?...
... Talvez a voz do Portugal antigo,
Chamando por Camões numa saudade!"


Florbela Espanca - Vozes do Mar


(DO AUTOR - CARAVELA PORTUGUESA)











sábado, 3 de agosto de 2013

O ÁLCOOL E A ALEGRIA NO TRABALHO


Uma empresa de resíduos despediu um empregado, na sequência de um acidente com um camião, por se ter verificado que apresentava uma taxa de alcoolemia de 1,79 g/l. Esse trabalhador, que andava frequentemente alcoolizado, de acordo com a empresa, "incorreu de forma culposa em gravíssima violação das normas de higiene e segurança no trabalho que lhe são inerentes".

Parece não haver dúvidas, para o cidadão comum, da justa causa do despedimento.


Mas não foi essa a opinião do colectivo dos juízes do Tribunal da Relação do Porto que resolveu anular esse despedimento e obrigar a reintegrar o trabalhador com o argumento de que "com o álcool, o trabalhador pode esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais a lançar frigoríficos sobre camiões, e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida, o público servido até pode achar que aquele trabalhador alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos".

O dono da empresa, claro, ficou deveras surpreendido com tal acórdão prometendo fazer tudo para que o trabalhador não seja reintegrado "até por uma questão de bom senso" questionando "como poderia funcionar a empresa se os seus 200 empregados andassem a trabalhar alcoolizados" e acusou os juízes "de falta de bom senso e de ética profissional".

E então não é que a Associação Sindical dos Juízes Portugueses,  na pessoa do seu presidente, não lhe deu já uma reprimenda?

Com governantes que estão metidos, até às orelhas, nos casos das "SWAPS", com tanta trapalhada e confusão que anda por esta terra e, agora, com decisões como estas, em que beber álcool é bom porque dá alegria no trabalho... eu vou fazer como no Fado da Mariquinhas e vou é dar de beber à dor... "pois dar de beber à dor é o melhor, já dizia a Mariquinhas".

(DO AUTOR - A DAR DE BEBER À DOR OU BEBER PARA ALEGRAR?)









sexta-feira, 2 de agosto de 2013

AS ILHAS


"Navegámos para Oriente -
A longa costa
Era de um verde espesso e sonolento.

Um verde imóvel sob nenhum vento
Até à branca praia cor de rosas
Tocada pelas águas transparentes.

Então surgiram as ilhas luminosas
De um azul tão puro e tão violento
Que excedia o fulgor do firmamento
Navegado por garças milagrosas

E extinguiram-se em nós memória e tempo".

Sophia de Mello Breyner Andresen - As Ilhas (1977)

(DO AUTOR - AS ILHAS LUMINOSAS)

















quinta-feira, 1 de agosto de 2013

HORASBESCAS


À primeira vista parece um arabesco! Um arabesco feito, não  para enfeitar uma parede, mas para servir de suporte a um relógio, também ele, meio arabescado, diferente, com umas horas estranhas que andam, quer para a frente, quer para trás, sem tempo nem tempo, irregulares, desacertadas, desconcertantes, como o próprio relógio.

O Múzeum Hodin é um museu, de relógios, precisamente! Uma casa cheia, repleta de maquinismos, prontos a dar horas, mas que nenhum as vai dar, porque estão parados, expostos, atrás de vitrines e escaparates. Todos, parados, à mesma hora, às 10 para as 2!

Só os de parede e os de pé, de pêndulo, é que estão a trabalhar e lá vão tique-taqueando o tempo a dar as horas. E, quando chegam as horas certas, batem-nas ao som de dlins, ou de dlãos... todos, juntos, ao mesmo tempo, numa sonoridade metálica que enche todo o espaço, que reverbera e ecoa pelas paredes, chegando até à rua... e animando aquele relógio, lá fora, feito de horas e de arabescos e que só sabe dar, certamente, horasbescas.


(DO AUTOR - RELÓGIO DO MUSEU DAS HORAS DE HODIN - BRATISLAVA)


quarta-feira, 31 de julho de 2013

SORRISOS DE JANELA


Não são o sorriso da Gioconda do Louvre, nem têm o traço de Leonardo.
 
Provavelmente pintados de memória, estes sorrisos à janela, de janelas há muito fechadas, parecem dar os bons-dias a quem vai passando, deixando-se fotografar sem que o fotógrafo lhes peça: "sorriam, por favor!"  




(DO AUTOR - PINTURA DE JANELA - A GIOCONDA EM VERSÃO LIVRE. EM BRATISLAVA)



(DO AUTOR - PINTURA DE JANELA - SORRISOS ENIGMÁTICOS DE GIOCONDA. BRATISLAVA)



terça-feira, 30 de julho de 2013

CAFÉ VIÉNOIS


Em Viena os cafés são locais de cultura! Ali se mantém, ainda, o hábito de se sentar à mesa a conversar, ou a ler o jornal ou um livro, ou, simplesmente, para se estar... olhando quem passa, saboreando um café, petiscando um dos deliciosos "gateaux viénois" ou comendo, porque não?, uma fatia da célebre "Sachertorte", junto à Opera.
Mas é no Café Landtmann, um dos mais populares de Viena - um café que foi um local de boémia e encontro de músicos e literatos - que se conserva mais a passagem intemporal de figuras célebres como Sigmund Freud, ou Gustav Mahler, ou Marlene Dietrich, ou Romy Schneider que, com a sua beleza e sorriso ímpares, nos encantou com os filmes da Sissi e da família Von Trapp. 







(DO AUTOR -  O CAFÉ LANDTMANN UM ÍCONE DA CIDADE DE VIENA)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

ARTE DE RUA


Surpreendentemente, no coração de Salzburg, a arte de rua a mostrar um trecho de Macau, quase como um sacrilégio, esta mistura do profano com o sagrado...



(DO AUTOR - O CASINO LISBOA, DE MACAU, NOS PASSEIOS DE SALZBURG)


domingo, 28 de julho de 2013

MOZART


O mesmo que me acompanha, em melodias únicas, no dia a dia da minha actividade...

(DO AUTOR -  O MOZART DE SALZBURG IMORTALIZADO EM VIENA)


sábado, 27 de julho de 2013

TEMPOS MODERNOS


Nesta cidade de contrastes, onde o antigo se passeia com o moderno, onde o classicismo vive paredes meias com a mais avançada tecnologia, onde a valsa se atreve a dançar ao som do heavy metal, onde a casaca anda de braço dado com a minissaia, também a charrete posa ao lado do transporte mais futurista sem qualquer tipo de preconceito...
 
(DO AUTOR -  EM VIENA, O LANDAU E O CAMIÃO DO FUTURO)
 
 
 
 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

VIENA


Sempre linda e magnífica, Viena!
E, do miradouro a norte da cidade, em Josefsdorf, onde a vista se enche de luz, apesar do escuro da noite, o rio deixa espelhar nas suas águas o colorido das luzes, como se fora uma parada de arco-íris a saudar os visitantes! 





(DO AUTOR -  COM VIENA A SEUS PÉS E QUASE OS BANHANDO O AZUL DANÚBIO)